Quem somos
Pablo Ferreira

Pablo
Ferreira

Diretor geral e co-fundador da Muriel Filmes

Pablo Ferreira é diretor, roteirista e editor freelancer com mais de vinte anos de atuação em diversas produtoras de São Paulo.

Formado em Cinema e vídeo pela ECA-USP, é mestre em comunicação na UnB com uma pesquisa sobre fenomenologia e a experiência do real no cinema. Escreveu o roteiro de longa-metragem de ficção A Sombra da Raposa, finalista do FRAPA 2019 – Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre.

Além de escrever e dirigir documentários, curta-metragens e filmes institucionais, dedica-se à edição e finalização de documentários para cinema e TV, trabalhando também como co-roteirista de séries documentais.

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Pablo
Gonçalo

Diretor criativo da Muriel Casulo e co-fundador da Muriel Filmes

Pablo Gonçalo é diretor dos curtas Vestígios (2006), Roteiro para Minha Morte (2009) e Osmo (2025), que teve estréia na Mostra Tiradentes e foi ganhador do Troféu Curta Brasília de melhor Curta do DF, no festival Curta Brasília.

Como roteirista, assinou New Life S.A. (2018), dirigido por André Carvalheira. Desde 2020, realiza consultorias de roteiros para projetos em desenvolvimento e é um dos coordenadores do Cineclube CineBeijoca. Foi redator da Revista Cinética e colaborador em publicações como Revista 451, Senses of Cinema, Journal of Screenwriting, La Furia Umana e Folha de S. Paulo. É autor dos livros Hollywood de Papel: roteiros não filmados de Ben Hecht, Billy Wilder e Frances Marion (2022) e O cinema como refúgio da escrita: roteiro e paisagens em Peter Handke e Wim Wenders (2016). Atualmente finaliza o livro Unproduced screenplays: speculative archaeology and paper films, a ser lançado em 2027, pela Edinburgh University Press.

É professor do curso de Audiovisual da Faculdade de Comunicação, (PPGCom) da Universidade de Brasília (UnB) e do Programa de Pós-Graduação em Literatura da Universidade de Brasília, UnB. Possui doutorado em Comunicação pela UFRJ, com passagem pela Freie Universität Berlin, como bolsista do DAAD, e foi Fulbright Visiting Scholar na University of Chicago. Foi professor visitante da Universidad Autônoma de Mexico, UNAM, da USP, da UFF e coordenou o I Seminário Brasileiro de Estudos de Roteiro, ocorrido em 2026.

Pablo Gonçalo

O que valorizamos?

01

Compromisso
com o Real

Trabalhamos a partir de premissas sólidas, processos e acontecimentos reais.

02

Abordagem
Consultiva

Mantemos comunicação aberta sobre escolhas estéticas, limites, riscos e implicações estratégicas de cada projeto.

03

Responsabilidade
com o tempo

Planejamos e executamos com excelência técnica e respeito total aos prazos, sem sacrificar o período de maturação dos projetos.

04

Evolução
do método

Aprimoramos continuamente nossos métodos, linguagens e ciclos produtivos para entregar conteúdo cada vez mais consistente e eficiente.

Por que Muriel?

O nome Muriel tem origem celta e significa “mar de luz”. Como personagem mítico do Velho Testamento, Muriel simboliza as forças primárias que modulam a trajetória de cada ser humano em sua incessante transformação.

Nas “linhas tortas” que Deus escreveu, ele é um anjo de segundo escalão que cumpre com excelência uma ordem divina depois que outros sete anjos recusaram. A recompensa por sua lealdade é no mínimo sombria: Deus o transforma em Abaddon, o Rei do abismo, Senhor dos vivos e mortos.

“Não se pode reinar inocentemente”

— teria concluído, séculos mais tarde, um revolucionário francês, também conhecido por “Anjo da morte”.

Talvez por ter sido um anjo, Muriel encarna com a mesma naturalidade personagens masculinos e femininos, cômicos ou dramáticos. Em Muriel e os Anjos – uma história em quadrinhos do autor tcheco Miloš Macourek – Muriel é uma jovem médica que visita um planeta distante habitado por criaturas aladas.

Já no campo do cinema, ele deu nome a um drama psicológico do diretor visionário Alain Resnais e também a uma comédia romântica estrelada por Toni Collette, quando testemunhamos o seu desastroso casamento. Como todo bom personagem, Muriel ultrapassa fronteiras.

Às vezes, Muriel parece o ET do David Bowie, que desceu ou caiu sobre a Terra para cumprir uma missão tão urgente quanto secreta. Outras vezes, lembra um bichinho orelhudo de olhos brilhantes que habita o espaço negativo de uma logomarca.

Para nós, o mistério de Muriel se revela no gesto criativo que transforma vida em arte, mas também no seu inverso – quando a linguagem cria novas realidades por meio do cinema.